Vai um cafézinho aí?

Sei que o café tem sua importância na cultura brasileira. Sei também que foi o “carro chefe” para o desenvolvimento do país, e que por conta disso, muitos brasileiros adquiriram o hábito de degustá-lo. Mas não entendo, por mais que eu me esforce, por que ele se tornou um produto tão “glamuroso”.

Na área de comunicação (agência de publicidade, redação de jornal, produtora de vídeo e afins), é uma praga. Parece que um bom profissional só é visto assim se for amante de café. E as pessoas se vangloriam disso, como se fosse o máximo tomar uma xícara a cada 30 minutos.

Eu acho uma tremenda besteira.

Um dia esse papel já foi do cigarro. Mas como ele é desagradável para alguns, resolveram mudar.

Dias atrás, lendo um site de notícias, achei o cúmulo saber que Dave Ghohl, vocalista do Foo Fighters, teve uma overdose de café. Dizia que era excesso de trabalho, e pra se manter acordado, bebeu café em demasia. Patético!

Eu preferiria dormir algumas horas e voltar ao trabalho quando estivesse bem. Mas nisso não há “glamour” nenhum.

“Vai um cafezinho?”

Responda sempre que “sim” quando for perguntado. Vai pegar mal se você recusar.

Nada contra o cafezinho, mas algumas coisas tomam uma importância grande demais. Supervalorizam certos hábitos a troco de nada.

Pura frescura na bunda.

Ai alguém vai dizer “Ah, você fala assim porque você não gosta de café!”. Não deixa de ser verdade.

Sou muito mais uma caipirinha. Mas duvido que se eu tivesse o hábito de tomar uma dose a cada 30 minutos no trabalho iriam gostar. Duvido!

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