O dia seguinte

E todo dia acordamos dispostos a mudar o que está errado. Queremos um mundo mais justo, humano e alegre.

Muitas vezes fazemos muito mais do que somos “obrigados”. Gostamos de fazer caridade, dar comida aos pobres e 1 real pro mendigo sincero do semáforo, que pede dinheiro pra tomar uma cachacinha no bar da esquina.

Sofremos com as injustiças desse mundo cão, e até gritamos na porta de delegacias quando algum jogador famoso mata sua ex-namorada e dá para os cachorros comerem. Assim nos sentimos cidadãos, participativos e com voz numa sociedade que cada vez mais clama por mudanças.

O problema é quando chega a hora de votar. Temos todas as condições de mudar, escolher os melhores (ou os menos piores) e levar gente realmente preparada pra nos representar.

E sabe o que fazemos?

Elegemos um palhaço.

Somos demais, não somos?

Ainda bem que Deus é brasileiro. Já imaginou se fosse o diabo?

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2 pensamentos sobre “O dia seguinte

    • O pior é contar é contar com a possibilidade de outro palhaço (não os que fazem como profissão) ser eleito…

      Se servir de consolo, vale lembrar que não somos o único povo a eleger “palhaços”… É só dar uma olhada pra cima no mapa e ver quanto tempo os Bush estiveram no poder!

      Belo texto!

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