Faça pouco, mas faça

Reclamamos muito mais do que fazemos. Isso acontece porque é mais fácil, rápido, como tudo hoje em dia. Não aceitamos coisas muito complexas, nem mesmo perder 5 minutinhos numa atividade que nossa sociedade julgue desnecessária. Até o miojo precisa ficar pronto em 3 minutos. É tudo padronizado, até mesmo os planos de futuro e as expectativas por mudanças.

Admiro bastante pessoas que fazem mais do que falam. Que metem a mão na massa, tentam, erram, mas que no fim da história sempre saem com um sorriso de “dever cumprido” no rosto – independente do resultado obtido. Muitas vezes todo aquele esforço é recompensado – não pense apenas no dinheiro como recompensa. Mas isso não é uma certeza, e o fracasso, pelo menos aos olhos dos outros, pode ser um inimigo difícil de ser superado numa sociedade que só aceita os vitoriosos.

Fazer já é o bastante. Certo ou errado? Só o tempo poderá dizer com exatidão. Aliás, existe o certo e o errado? Quem definiu as regras desse jogo? Faça o que você puder, o que estiver ao seu alcance. Sozinho você pode fazer muito pra você e pouco pelo mundo. Mas se esse “pouco” for encontrando por aí outras pessoas que fizeram o mesmo que você, logo o pouco vira muito e a sensação de ter companhia naquilo que se acredita torna-se algo extremamente gratificante. O que não pode é pensar/falar demais e fazer de menos. A ação sempre será muito mais importante e mais forte do que qualquer palavra. Seja você a ação.

Texto inspirado na imagem acima, retirada do Facebook.

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