Não se vê sorrisos na fila do banco

Existe uma infinidade de livros e filmes, de histórias que foram ou ainda serão contadas. Cada uma com sua particularidade, com seus altos e baixos. E assim a gente escolhe, prefere este ou aquele por isto ou aquilo. Você não está errado, nem eu, nem ninguém. A vida é feita de escolhas, sempre.

Tenho o hábito de ler na fila do banco. Prefiro as agências que respeitam não só os velhos, mas também os novos que não gostam de esperar em pé a vez de serem atendidos. Que disponibilizam cadeiras para todos. Tenho 26 anos, mas minhas pernas também pesam, tremem, precisam repousar.

Mas na fila do banco, assim como não se vê sorrisos, não se lê qualquer tipo de livro. Pode-se ler futilidades dividindo a atenção com o painel da senha eletrônica, mas coisa séria não. Não se pode ler Valter Hugo Mãe, por exemplo. É falta de respeito, digna de cobrança que vem como castigo a releitura de tudo em casa, no silêncio. Existe hora pra tudo, quase sempre. É bom escolher bem as histórias antes que elas comecem a ser contadas.

Image

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s