A difícil arte de escolher um colchão

Ganhamos um colchão.

E gentilmente nos foi pedido para que fôssemos até a loja, escolher o modelo. Ficamos felizes, já que além de ganhar um baita presente, poderíamos escolher o melhor modelo.

Você já comprou um colchão? Isso é importante saber.

Se a resposta for “não”, certamente não vai fazer idéia do que vou dizer nos próximos parágrafos. Se a respostas for “sim”, vai entender o drama que vivemos.

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Falo em “drama” não no pior dos sentidos. É que é curioso escrever sobre colchões e as dificuldades em escolher esse tipo de produto.

Pra começar, não entendo o porquê dos vendedores de colchões andarem engravatados e com um jaleco branco, como se fossem doutores. Talvez seja essa mesmo a intenção, algo como “doutores do bom sono”. Estranho. Pessoal do marketing às vezes exagera.

Ao chegarmos na loja e ter conversado 2 ou 3 minutos com o vendedor, fomos ao que realmente interessava: escolher o colchão. Mas como escolher um colchão? Se até pouco tempo nem cueca eu comprava sozinho, não fazíamos a menor idéia de como aquela escolha poderia ser feita. Mas a resposta era fácil: deitando. Óbvio.

Meio sem jeito, tomamos a iniciativa e deitamos na primeira das duas opções que tínhamos. Um colchão firme, duro, ortopédico. A segunda opção era mais mole, talvez relaxante num primeiro momento, um colchão de molas sem nada ortopédico. Ficamos com o primeiro.

O mais estranho é estar ali. Parece frescura, eu sei, mas ficar deitando em colchões variados para testá-los é um tanto quanto constrangedor. Ainda bem que não tinha ninguém na loja. Não rolou aquela vergonha de quem nos via. O vendedor certamente está acostumado com essa situação, e talvez nem imagine que seus clientes sentem esse receio de ficar se deitando ali, como ele mesmo “manda”.

O que não é nenhum absurdo, afinal, ter um bom colchão é essencial para descansar o corpão no fim do dia. Passamos em média 8 horas deitado – pra muitos mais de 1/3 da vida toda -, o que significa que é importantíssimo ter um colchão de boa qualidade.

Mas aquela era uma sensação estranha. Como eu disse anteriormente, se você já comprou um colchão, sabe do que eu estou falando e pode até rir da situação que descrevi se lembrando de alguma que passou. Se nunca comprou, espero que um dia possa passar por tudo isso. Sinal de que você “cresceu”, pegou seu rumo na vida e foi fazer as coisas do seu jeito. E se deitar em outras camas que não seja da casa da sua mãe.

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